O   s u c e s s o   d e   u m   i m p  r i o   p o d e   s e r   m e d i d o   p e l a   s a  d e   e   p e l o   t a m a n h o   d e   s u a   p o p u l a   o .   P o p u l a   o ,   n o   A g e   o f   M y t h o l o g y ,   d e f i n e   o   q u a n t o   s e u   i m p  r i o   p o d e   c r e s c e r .   T o d a s   a s   u n i d a d e s   t r e i n a d a s   o c u p a m   e s p a  o s   p o p u l a c i o n a i s .   A l d e  e s ,   T r a b a l h a d o r e s   e   C o l e t o r e s   t e m   u m   i m p a c t o   p e q u e n o   e m   s u a   p o p u l a   o ,   e   t o m a m   a p e n a s   u m   e s p a  o   p o p u l a c i o n a l .   S o l d a d o s   g e r a l m e n t e   o c u p a m   d o i s   o u   t r  s ,   e n q u a n t o   a l g u m a s   u n i d a d e s   m i t o l  g i c a s   p o d e m   o c u p a r   c i n c o   o u   m a i s   e s p a  o s .   
 
 
 
 C o n s t r u i r   < l i n k = " p r o t o : h o u s e " > C a s a s < / l i n k >   e   < l i n k = " p r o t o : S e t t l e m e n t   L e v e l   1 " > C e n t r o s   d a   C i d a d e < / l i n k >      u m a   m a n e i r a   d e   a u m e n t a r   s e u   l i m i t e   p o p u l a c i o n a l .   L e m b r e - s e ,   v o c    n u n c a   s e   e s g o t a r    d e   A s s e n t a m e n t o s ,   p o r q u e   v o c    p o d e   s e m p r e   r o u b a r   m a i s   A s s e n t a m e n t o s   d e   s e u   i n i m i g o .   